Em praça pública: militantes realizaram protestos nesta sexta-feira (08) em Porto Seguro no Dia Internacional da Mulher

By Por: Douglas Pinheiro Março 08, 2019 163 0
Foto: Professores da Uneb Foto: Professores da Uneb Foto: Joel Santos

Com o tema "Mulheres vivas, livres e resistentes!'', militantes realizaram protestos nesta sexta-feira 

(08/03), na praça do relógio no centro de Porto Seguro, para pedir igualdade de gênero e o fim da violência contra mulheres, assim como para criticar o presidente Jair Bolsonaro, suas políticas e as novas leis em diligências, o evento foi para lembrar o 08 de Março Dia Internacional da Mulher, teve a participação do professor Chico Cancela e outros professores da Uneb -Campus de Eunápolis.

 

 

Com objetivo de mobilizar e destacar a importância do gênero no processo de desenvolvimento sócio-econômico do país, denunciar as perseguições e as distinções (discriminações). 

A necessidade de combater as diversas formas de violência contra à mulher; no ato realizado, as organizadoras do evento falaram e, destacaram as leis e os seus impactos. Como a facilitação para a aquisição de armas e a reforma da previdência, que está sendo proposta pelo governo federal; estas novas leis foram apresentadas e podem ser aprovadas pelo Congresso Nacional. Lembraram também, que a reforma em transição, prejudica a valorização das mulheres, que na sociedade brasileira, a carga horária de trabalho da mulher é maior e a remuneração é menor, se for comparado com as dos homens. 

 

 

Os manifestantes relembraram o assassinato de Cláudia Silva Ferreira, que foi morta vítima de uma operação da Polícia Militar do Rio de Janeiro no Morro da Congonha, na zona norte do Rio, o crime ocorreu na manhã do dia 16 de março de 2014. No cartaz com a foto de Cláudia, a frase; ''Claudia Silva Ferreira, Presente! Parem de nos matar!'', e mostraram outros cartazes de vítimas de violência doméstica.

 

 

 

 

Em forma de mostrar protesto uma mulher, colocou um pano vermelho no meio da praça, usando uma tesoura cortou o cabelo e raspou a cabeça, foi o grito de liberdade.

 

O Brasil está entre os cinco países com o maior número de assassinato de mulheres no mundo, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Centenas de mulheres são agredidas no Brasil a cada hora, em sua maioria por homens com quem têm ou já tiveram algum relacionamento. 

 

 

 

 

 

Por: Douglas Pinheiro 

Fotos: Joel Santos

Rádio Arraial FM 100,3 / Redação

 

 

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Última modificação em Sábado, 09 Março 2019 02:31

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